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Resumão: Editar

Galrian resolve seus problemas do Abismo. Os Decapitadores buscam os últimos itens para a cura de Fen Wintermare, e acabam recebendo uma proposta de trabalho enganadora de Mauth Reign.

Galrian e Kord Editar

05/05/18 - Devolvido pelo trovão 1
Galrian Coldshore, espantado, se vê diante do grande deus do Trovão. Em reverência, o monge azul explica que veio em busca de redenção pelo seu terrível pacto com o demônio Ramnon.

Kord dá para Galrian uma pequena lição de sua opinião acerca da diferença entre os "truques" que Galrian recebeu do Abismo e "poder de verdade". Envergonhado, Galrian concorda que deseja mais o poder de Kord que as magias de Ramnon.

Para surpresa de Galrian, Kord remove do subsolo um gigantesco martelo de pedra amarela, que ele diz ter sido um antigo presente da deusa dragão Mauga. Kord diz que o martelo é capaz de purificar aqueles que acerta e, sem muita cerimônia, martela o genasi.

Expulsado para fora de Galrian pelo poder do martelo, um mane surge, diferenciado dos seus consanguíneos por um par de olhos roxos brilhantes.

Kord informa Galrian de que ele precisará exorcizar seu demônio sozinho.

Conjurando de volta do Abismo o quasit conhecido como Fúria da Noite e chamando Galrian de estúpido por estar desistindo desse poder, o demônio que habitava o monge inicia o combate com uma Rajada Mística que arranca Galrian de seus pés.

O combate é curto, mas violento. Ambas versões de Galrian logo descobrem que estão conectadas pela sua alma, de forma tal que todo dano causado em um é imediatamente replicado no outro, sendo Fúria da Noite o fator decisivo, já que ele seria capaz de ferir Galrian sem prejudicar o demônio.

Galrian, porém, ao se ver cercado pelo bruxo e pelo quasit se esquiva agilmente, forçando o demônio a acidentalmente atingir Fúria com uma Rajada Mística que destrói o familiar. Poucos segundos depois, um gancho de direita de Galrian arranca fora a língua do bruxo e os dois começam a se afogar no próprio sangue.

Enquanto a consciência dele se esvai, Galrian é incentivado por Kord a não desistir, com o poderoso deus lhe informando que se ele fosse capaz de se segurar à vida nesse momento ele estaria livre de seu pesadelo.

O incentivo tem ótimos efeitos, e Galrian consegue incrivelmente se recuperar da porta da morte.

Três horas depois, Galrian desperta para encontrar Kord cozinhando um cervo numa fogueira e o que sobrou de seu demônio pessoal destruído numa poça de icor na grama.

Enquanto dividem a refeição, Galrian aprende do deus acerca de sua posição quanto a vingança: obtenha-na, mas não perca vista de quem você é nesse caminho. Aliviado por não ter recebido ordem de poupar Roma Hant Khaen, Galrian se pergunta sobre o destino daqueles que perdeu para a bruxa de Noka, seu pai e seus irmãos. Kord lhe inorma que, infelizmente, por não terem nenhum deus para clamar por suas almas, eles estão nos Infernos ou em Tiamat. Quando Galrian comenta que esse sistema é infeliz, Kord concorda, se lamentando de que é uma inevitabilidade no sistema astral governado pelo Rei.

Para surpresa do monge, ele descobre que há uma entidade acima de todos os deuses, um ser tão poderoso que é tratado como deus pelos próprios deuses.

Incapaz de pensar em mais perguntas ou talvez intimidado ao silêncio pela presença de Kord, Galrian decide que já é hora de voltar para o plano Primaterial.

Como uma última troca de aliança, Galrian promete tentar não tornar a cair no seu caminho, bem como Kord promete destruí-lo por misericórdia se isso acontecer, termo com o qual Galrian concorda.

Em seguida, Galrian passa por um pequeno tormento quando Kord o transforma num poderoso raio azul, que é arremessado de volta para o plano Primaterial, caindo sobre o prédio em forma de martelo do Malleus Maleficarum em Phander e acordando com um grito de surpresa numa cela no prédio.

Amigos, Bebidas, Comidas, Decisões e Enfurecidos abandonados Editar

Em choque após seu retorno, Galrian busca se livrar da prisão onde se encontra. Um assustado monge do Malleus Maleficarum escuta os socos do monge na porta de metal da cela, e corre para buscar a mestra do monastério, Mysten.

Mysten retorna com um tiefling clérigo de Kord que, diante da inspeção descrente da monja, confirma que o genasi não tem mais em si nenhuma parte de demônio. Mysten responde mandando Galrian "sair daqui", mas se controla logo em seguida, lhe sugerindo que ele poderá, se assim desejar, retornar para receber mais treino dos monges de Kord.

Um extasiado Galrian sai para o Terraço Alto, se deixando molhar pela leve chuva oceânica de Phander e respirando livre de demônios, mestres e maldições pela primeira vez em tempo demais.

Enquanto isso, na movimentada Galho Quebrado no bairro da Magozeira, Talysa e Zeno estão partilhando uma refeição leve quando Folken retorna do Martelo de Mythril, carregando mais uma espada de Adamante que diz ser um presente para alguém querido.

Enquanto discutem o futuro do grupo, Talysa e Zeno desejando terminar o serviço proposto por Mihoko mas Folken protestando que sua missão de salvar o seu pai tem prioridade sobre tais coisas, o trio é interrompido por Ana Markestina, que se senta na mesa deles sem cerimônia, trazendo bebidas para os que bebem.

Uma breve discussão acerca da necessidade de formalidades de nobreza se segue, enquanto os quatro conversam sobre os acontecimentos dos dez dias de ausência de Galrian. Acerca do ataque feito no Castelo Ikenhall em Daliet, Markestina comenta como o único traço discernível dos invasores eram tatuagens de olhos roxos.

A puxada de assunto para Daliet reavia a discussão acerca das prioridades do grupo: curar Fen Wintermare ou livrar Phander do tirano Pardal. Folken se mantém firme na posição de Wintermare ser mais importante, enquanto Talysa argumenta que eles deveriam se dedicar mais a ajudar quem podem, acreditando que boas coisas podem acontecer para aqueles que saem de seu caminho para melhorar o mundo, apontando para o fato que se retirar para visitar seu mestre e amigo de treino inesperadamente forneceu um dos itens mais difíceis da lista de Folken, o pó de presa de um dragão metálico.

Antes de alcançarem uma conclusão nesse assunto, o grupo é interrompido pelo pistoleiro Cape Hant Mord, no caminho de sair da Galho Quebrado. Talysa chama o cauteloso elfo para lhe informar que seu mestre Ellion seria capaz de, com o auxílio de Mord, remover a bruxa Khaen do Escudo Sábio. Dando-lhe instrução de buscar por Dryd na duvidosa taverna Arco de Remmo, o grupo torce para diminuir o poder e conhecimento da serva de Noka.

Após uma indescritível sequencia de eventos que termina com Talysa transformada em um Deinonuchus e Zeno convencendo dois clientes de que a "exposição" custava uma peça de ouro, Mord se retira para falar com Ellion e continuar seu projeto de desenhar as plantas de uma pistola para Zeno.

Em seguida, Galrian entra cambaleando na taverna, esfomeado e aturdido pela ideia de ter passado dez dias "dormindo". Em meio à dúbias declarações de que tinham fé nele, Galrian pede a maior e melhor refeição que Mylra consiga produzir.

"Sei. Meus deuses, por que eu posso responder isso com um sim!?" - Ana, ao ser perguntada "sabe quando você morre?"
Antes de ouvirem do companheiro como foi sua experiência em Ysgard, todos são interrompidos por um enfurecido Ivod, recém chegado em Phander após ter sido esquecido em Erich pelos Decapitadores. O anão grita acerca dos gigantes que enfrentou na Estrada Magoga, enquanto o grupo pensa em formas de compensar Ivod pelo mau trato e Zeno, paranoico, ouve de Incursio que a halfling metamora Afriel está de volta na taverna.

Folken tenta acalmar o ladino furioso, mas Galrian rapidamente acha uma solução imediata, calando os gritos dele com 4 moedas de platina. Ivod imediatamente decide gastar o dinheiro com a elfa cortesã Enmya, deixando o grupo numa paz apreciada por Ana Markestina.

O grupo coloca Galrian à parte dos acontecimentos durante sua ausência, com interesse especial sobre os monges prometidos pelo Malleus Maleficarum para ajudar na defesa do Condado de Kinbe e ao choque de ver que Aurora agora é uma senciente membra do grupo, com Markestina tentando mediar e acalmar os ânimos dos Decapitadores.

Em meio à discussões acerca de quanto dinheiro quem do grupo deve à quem, Markestina revela que a cidade de Alida ainda está atrasada no cumprimento dos termos do Tratado Markestina, que força cidades do Condado a aumentarem suas defesas. Seguindo isso, os efeitos da carta do Imperador retirada no tarô de Marten começam a tomar efeito quando Markestina revela que Contem Kinbe ordenou que ela apontasse alguém como possível Lorde de Erich, revelando que tem usado a lista de "nível de filhos da puta" escrita por Galrian. Quando Ana revela que os melhores candidatos ao título são os descendentes da família Lapritra, o monge imediatamente lhe implora que não considere a senhora Andôra Lapritra; quando Markestina insiste no poder do sangue real da família, Galrian pela primeira vez revela (apenas para a anã, na língua dos elfos) que ele é na verdade filho bastardo de Menir Lapritra com uma elfa chamada Keyleth.

Emocionada ao perceber que Galrian assistiu a morte do próprio pai e meio-irmãos, Markestina imediatamente considera Galrian seu melhor candidato para o título de Lorde, se baseado num ensino de seu detestado pai de que "aquele que não deseja o poder é o mais preparado para governar", uma sequência de eventos que confunde os outros Decapitadores, já que toda a conversa acontece em élfico.

Zeno faz uma mal sucedida tentativa de descobrir coisas sobre Afriel, conseguindo apenas descobrir seu nome, que a halfling bebe álcool puro e está esperando alguém para quem precisa entregar uma mensagem, voltando para a mesa tão desconfiado e quase tão desinformado como saíra.

O grupo suspeita imediatamente da metamorfa, até Talysa e Aurora dizerem que ela é uma antiga amiga de Ellion, mestre delas. Apesar disso não destruir todas as dúvidas deles, é o bastante para relaxarem e irem dormir.

No dia 32 de Endrikos, eles se erguem consideravelmente cedo, mas não cedo o bastante para pegarem Markestina na taverna. Um cansado Mord explica que ela tem saído todos os dias, falando também sobre os planos que tem com Ellion de remover Khaen Umbrelfa do Escudo Sábio; é apenas então, porém, que descobre que Lorde Fyrnes de Elffain está vindo visitar Phander, notícia que enche o elfo de pânico e ele se retira imediatamente para ir tentar apressar seus planos com Ellion.

Antes de sair, o pistoleiro lhes dá preocupantes informações acerca do poder da arma que Ellion diz estar sendo criada pelo Rei do Abismo, Eshaehetter. Para horror dos Decapitadores, Mord explica que é uma arma capaz de matar deuses, explicando que foi desse material que ele criou a bala por ele usada para matar Norate, um artefato do passado antigo dos halflings de Daliettem, usada pelo deus supremo do panteão deles para matar outros deuses numa guerra que criou o Saarenza.

Tendo apenas minimamente pesquisado sobre o assunto nos últimos 14 dias na cidade, os Decapitadores saem para buscar os artefatos de que Folken precisa para salvar o seu pai de manhã, guardando a noite para cumprir o assassinato encomendado pela elfa Mihoko.

Após uma caminhada pelo bairro do Gomagol, casa das mais poderosas famílias conjuradoras na cidade, eles conseguem informações com Vetla uma tiefling lojista no Porto Azul. Comprando poções, antídotos e saindo com direções para a mansão da família Entrevartem, eles finalmente seguem para o primeiro ponto da missão de Folken.

No caminho, Zeno percebe que está sendo seguido por uma velha senhora anã, coberta por um grande guarda sol rosa. Perplexo, o ladino vê a senhora se aproximar e o abraçar, revelando um irritado Licário por baixo de um disfarce de velha, furioso com o seu aprendiz por ele ter se esquecido de utilizar o Cinturão de Disfarce que o Guardião do Contínuo Marten lhe dera.

Infelizmente, a atendente da casa lhes informa que Moro estava fora de casa à negócios, mas o grupo a deixa com informações de onde estão e o que estão buscando, e recebem a promessa de que receberão uma data para uma reunião em até um dia.

Sem poder avançar a busca pelo Espelho de Phander, eles seguem para o sul, entrando nas ruas subterrâneas do Khorudal. Em meio ao movimento de ferreiros e mercadores, Zeno consegue facilmente achar direções para a loja do Gato Louco.