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Básico Editar

Tratado assinado pelo Rei de Stradim Pommer, o Conselho Consular de Nael, o Conselho dos Halflings e a Dama Platinada Raemla Vardenolk em 3 A.C., em Daliet.

O objetivo do tratado era controlar o melhor possível a destruição de larga escala que havia sido possibilitada com a descoberta da Magia Mantanha, também conhecida como Décimo Nível de Magia Inarana.

História Editar

Após a destruição da cidade anã de Kramer e a obliteração da família real Dorim causada pelos oito alunos da infame Escola Rize'Dai sob liderança do Sumo Elementalista Mantanha Hector, o Rei de Stradim Gardem o Louco teve seus planos de mover magos para Nael despedaçados pela chegada imprevista do exército Halfling e da Legião Dourada à Stradim.

Com a fuga de Mantanha ao se espalharem rumores de que a própria Mauga marchava com os tieflings e com a firme recusa da Guardiã Mor Brisin Naiflar em prestar auxílio ao trono após a destruição de Kramer, Gardem arremessou suas forças contra os exércitos invasores, com pobre resultado.

Capturado e depois executado na Praça do Cai Louco, o rei foi substituído pelo seu primo de segundo grau, Pommer Niliate, que assumiu o título de Pommer Stradim, segundo de seu nome.

Nos cinco anos que se seguiram o casal Kaslim e Norda Daliettem regeram o trono de Stradim, criando a legislação que acabou se firmando no domínio halfling mantido até hoje.

Uma das primeiras medidas tomadas que tiveram efeito em todo o país foi o Tratado Daliet-Kramer.

Termos Editar

Estes eram os termos postulados pelo tratado:

"Subscrevemos este documento no intuito de eliminar de nosso futuro o horror acontecido em Kramer por meio de arcanismo terrível; ao assinar o presente documento eu, Norda Daliettem, bem como eu, Raemla Vardenolk, líder da Legião Platinada, voz do Grande Dragão e embaixadora de Tiffania em terras Stradinas, bem como eu, Golim Theraksonn, bem como eu, Pommer Stradim II, Rei de Stradim, da costa Hargron, Conde Supremo de Corona, Guardião de Nos'tte, Mikken e Líder da Caça Aquilar de On'iret, testemunho que eu, meu povo, meu credo e minha nação aderirão à esses termos a partir do dia presente, até o tempo em que seja desfeito esse documento por decisão unânime de todas as partes representadas:

1 - Jamais indulgenciar o estudo do Décimo Nível de Magia Inarana

2 - Jamais utilizar Magias de Destruição em Massa contra os povos aqui representados ou quaisquer outros povos sencientes de Poênia em tempos de guerra ou de paz

3 - Jamais fazer uso de Magias de Encantamento para controlar as ações de líderes de outros povos, sejam tais povos aliados ou inimigos de meu povo

4 - Jamais utilizar dos poderes do Caos e do Inferno em busca de soberania territorial em Poênia

5 - Banir a busca pelo encantamento conhecido como o Sol Temporário de Mantanha, bem como tornar capital a punição àqueles que forem apanhados em seu estudo ou apreciação

6 - Manter abertos os olhos daqueles à quem compete, dentre os meus, a guarda dos Senhores Não Vivos de Boorka, que não fraquejem em seu serviço

7 - Padronizar o estudo de magias entre o Primeiro e Nono níveis Inaranos, bem como ilegalizar qualquer instituição pelo meu governo não supervisionada que se dedique a tais estudos

Com todos os termos acima listados concordo, e juro diante dos olhos de Melora, mãe das florestas, de Bahamut, pai dos dragões, de Moradin, pai de todos e de Pelor, pai da alvorada sempre os manter:

Norda Daliettem

Raemla Vardenolk

Golim Theraksonn

Pommer Stradim II"

Repercussão Editar

Por extrapolação de seus termos, o Tratado Daliet-Kramer por si só ordenava a morte de Mantanha, mas esse nunca mais foi visto, afora esparsas notícias de avistamentos em Corona e no Condado de Kinbe.

Nos dias atuais o Tratado continua valendo em Stradim e em Tiffania, apesar das ações do Círculo dos Oito terem rendido as clausulas 1, 5 e 7 grandes piadas políticas e da era turbulenta iniciada pelas invasões orc de 100 A.C. e encerrada com a Tempestade de Portais de 240 A.C. terem feito todas as nações gradualmente abandonarem o comprometimento com a clausula 6.

Historicamente, o Tratado Daliet-Kramer é visto como um importante primeiro passo nas legislações bélica e arcana, uma primeira tentativa dos povos livres de Poênia no ardiloso caminho de adicionar controle e ordem aos dois aspectos mais caóticos da vida.